Duas visões sobre a juventude na Istoé

 

(Publicação de 12 de maio de 2013- migrada do blogspot)

Mexe aqui e ali, acabei encontrando alguns textos da época de faculdade. É curioso ver como construímos um pensamento. Este aqui foi feito para a disciplina da professora Inês Vitorino.

Departamento de comunicação social/Universidade Federal do Ceará – UFC

Especialização em teoria da comunicação e da imagem

Disciplina: Comunicação e culturas contemporâneas

Professor(a): Inês Sílvia Vitorino Sampaio

Aluna: Marina Valente Marins Camara – turma C

Texto revisado em 2010

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“A juventude não é progressista ou conservadora por índole, porém é uma potencialidade pronta para qualquer nova oportunidade”.

Karl Mannhein

O presente trabalho pretende analisar duas matérias publicadas na revista Istoé utilizando como base textos discutidos durante a disciplina de comunicação e cultura contemporânea.

As duas matérias são: A nova liberação sexual, publicada no número 1968 de 18/07/2007 e A juventude é careta, publicada no número 1804 de 05/05/2004. Ambas matérias de capa.

A escolha do objeto que se relaciona ao tema juventude na contemporaneidade pode trazer uma série de inquietações que poderiam ser respondidas com um maior aprofundamento da pesquisa, mas por ora, traçarei um panorama geral que envolve a disciplina com atividade de análise do discurso.

Desta forma, pretendo descobrir como e qual seria o papel das matérias na construção de uma identidade cultural da juventude brasileira.

É importante ressaltar que o trabalho realizado em nenhum momento pretende determinar qual a visão da revista sobre a juventude, pois, para o mesmo seria necessário analisar uma amostra mais significativa de matérias publicadas que tocassem no tema e realizar entrevistas com a diretoria, os funcionários da revista e os leitores.

Saliento que o presente trabalho realiza análise do discurso, e, portanto, em alguns momentos a análise pode tornar-se subjetiva.

A primeira matéria de capa, por ordem cronológica, foi publicada em maio de 2004 com o título: “Surpresa! A juventude é careta”. Esta é a matéria de maior tamanho entre as duas e tem como título interno: “Quero ser grande”.

A capa mostra 50 jovens do projeto Dança Comunidade do coreógrafo Ivaldo Bertazzo. Os jovens, que apresentam a imagem de um Brasil plural, formam o mapa do país e olham para o alto de forma sorridente.

A imagem pode levar a uma interpretação de uma juventude de diferenças sociais, étnicas e culturais, mas também pode trazer ao leitor uma ideia de totalidade e aceitação do perfil de juventude publicada neste número da revista.

Sublinhado em vermelho destaca-se: pesquisa inédita. O que ressaltaria duas informações. A primeira de que a pesquisa é novidade, inédita, e a segunda de que a revista realiza uma afirmação cientifica de suas fontes, sendo a ciência utilizada no discurso contemporâneo como sentido único da verdade.

O destaque dado para a palavra pesquisa (que acontece nas duas matérias) pode ser explicado por Pierre Bourdieu¹:

“Toda situação linguística funciona como um mercado onde se trocam coisas. Essas coisas são, evidentemente, palavras, mas essas palavras não são feitas apenas para serem compreendidas; a relação de comunicação não e apenas uma relação de comunicação, e também uma relação econômica onde o valor de quem fala esta em jogo.”

Podemos compreender, que em destaque, a palavra pesquisa tem o intuito de legitimar a matéria, além do próprio valor que já possui a revista entre seus leitores. Logo, o discurso passa a ser válido, e reproduzido como: “… é verdade, eu li em uma pesquisa na Istoé…”.

Em destaque com letras grandes o título as palavras juventude e careta estão também destacadas com a cor vermelha. A palavra careta é normalmente utilizada como forma pejorativa para rotular aqueles que possuem um comportamento que pode ser determinado como conservador.

O ponto de exclamação que sucede a palavra surpresa ressalta o motivo do contraste nas letras. A palavra surpresa pode estar carregada de ironia. O que mais chama atenção é o fato de que se existe uma surpresa, o que se espera é um dado diferente: a juventude não ser careta.

Ou seja, ou a juventude é ou não é careta, mas em nenhuma hipótese é pensada a idéia de que a juventude pode ser e não ser careta ao mesmo tempo.

Destacam-se também dados numéricos da pesquisa para reafirmar a constatação de que a juventude seria careta e a afirmação: “o que não surpreende é que sua maior preocupação seja com a violência e o desemprego”. Fica claro que esse já é um dado esperado pela revista ou pela sociedade.

A segunda e menor matéria tem na capa um casal heterossexual, caucasiano, seminu, em frente a um fundo vermelho- cor do erotismo.

A revista trás na capa o símbolo da revista americana TIMES e o título da capa de Julho de 2007 é: A nova liberação sexual. O título interno da matéria é “Geração desejo”.

A capa também trás a informação de que os dados foram colhidos por uma pesquisa e destaca, desta vez, os que fazem referência ao comportamento sexual dos jovens: “pesquisa revela que as adolescentes têm a primeira relação aos 15 anos”.

Na primeira edição (maio 2004) a matéria interna está pautada pela pesquisa realizada pelo Instituto cidadania. No texto destaca-se que se trata de uma “ONG fundada por Lula há quase quinze anos e responsável por programas como o Fome Zero. O levantamento faz parte do Projeto juventude(…)”.

A matéria afirma que a pesquisa foi realizada com jovens de 15 a 24 anos²:

“A turma de 15 à 24 anos tachada de geração Coca-Cola- e mais recentemente, de geração zapping (aquela que faz tudo ao mesmo tempo sem se concentrar em nada) espelha idéias, temores, crenças e hábitos semelhantes aos de outras idades.”

A revista ressalta que a juventude foi rotulada em dois momentos no qual faz referência. Ela pode, neste caso, ao mesmo tempo estar criticando o rótulo ou legitimando o discurso realizado sobre a juventude nos respectivos casos.

A ideia transmitida pode levar a compreensão de uma imagem de superação do que era ou do que injustamente se alegava sobre a juventude, mas a superação leva a um novo rótulo determinado pela revista: careta.

Na segunda revista (Julho 2007) o tema juventude não e diretamente definido no corpo de texto com precisões etárias. Fala-se de um universo de idade que varia dos 18 aos 25 anos, de meninas perdendo a virgindade aos 15 e de pessoas casando-se aos 27 e 30 anos, o que comprovaria que nesta notícia o conceito de juventude afirmado pode variar bastante. Segundo a antropóloga Regina Novaes³, os parâmetros de definição da juventude variam:

“Definições sobre infância, juventude e maturidade foram ganhando conteúdos, contornos sociais e jurídicos ao longo da história, no bojo de disputas econômicas e políticas. São arbitrários culturais e regras socialmente constituídas que determinam quando, como e por meios de quais rituais as sociedades reconhecem essas passagens da vida”

A autora busca definir o sentido de juventude: “na sociedade moderna, embora haja variação dos limites de idade, a juventude é compreendida como um tempo de construção de identidades e definições de projetos futuros”. O que seria o caso da definição nas duas matérias.

A pesquisa na qual se refere à revista em 2007, chama-se “Estudo da vida sexual do brasileiro”4 que ouviu cerca de sete mil pessoas em vários Estados durante o ano de 2004, ou seja, no mesmo ano da publicação da revista anterior.

O que levanta o fato de que no mesmo ano a juventude brasileira teve dois perfis traçados e que de alguma forma não aparentam se encaixar. Estariam as pesquisas erradas? A revista agiu de má fé para pregar a imagem de juventude que lhe interessava em determinado momento? Estamos diante de mais um caso de recorte no jornalismo, onde observamos as partes ao invés do todo?

Levanto como hipótese que a juventude está dentro do perfil dessas pesquisas, mas também esta dentro de uma série de outros perfis porque ela, assim como a sociedade, é plural.

A Socióloga Solange dos Santos Rodrigues5 demonstra em seu artigo que pluralidade vem sendo percebida pela sociedade e modificou a forma social na qual a juventude é reconhecida:

“Já se tornou recorrente o uso do termo juventudes, no plural, para reconhecer diferenças e desigualdades que marcam a experiência social dos jovens, com relação ao gênero, cor, pele/etnia, classe social orientação sexual, escolaridade, local de moradia (cidade/campo, centro/periferia), situação familiar, inserção no mundo de trabalho, diferenças de gostos e estilos, adesão a grupos culturais, políticos. Também com relação à religião os jovens se diferenciam.”

A primeira revista de maio de 2004 enfoca alguns aspectos da pesquisa que comprovariam a característica careta da juventude brasileira. São eles: o não uso de drogas, o maior tempo morando junto aos pais, a opção política, religiosidade e a preferência de namorar ou invés de “ficar”- o que mais uma vez trás contradição entre as pesquisas.

Outro fator de destaque no texto é a preocupação dos jovens com segurança e desemprego, aliás, são os maiores destaques dados pela matéria. O tema da juventude careta trás contradição neste momento, pois desejar segurança e emprego não necessariamente é uma atitude conservadora.

Na segunda matéria de Julho de 2007, temos o caráter sexual da juventude, com maior destaque para a mudança no comportamento feminino. Dentre os temas tratados estão: A perda da virgindade em menor idade, a vivência do sexo com intuito da realização do prazer, o casamento protelado a idades mais avançadas e o maior número de parceiros.

Ambas as matérias, utilizam o depoimento de jovens que estão em concordância com o discurso das matérias. O recurso se faz presente a cada nova afirmação dada que vem moldar o perfil de juventude traçado pela revista. Mais uma vez temos a reafirmação e a legitimação do discurso. A utilização dos depoimentos não deixa ao leitor a possibilidade de pensar diferente. Desta forma a interpretação do leitor passa a ser de que TODOS OS JOVENS SÃO ASSIM/ A JUVENTUDE É ASSIM.

Na fala unitária podemos perceber o que Pierre Bourdieu6 afirma sobre a discussão da construção do discurso nos campos7 para o estabelecimento do poder simbólico8:

“Mais profundamente, uma das maneiras mais eficientes, para um grupo, de reduzir as pessoas ao silencio é excluí-las das posições onde se pode falar. Ao contrário, uma das maneiras para um grupo controlar o discurso consiste em colocar nas posições onde se fala pessoas que só dirão o que o campo autoriza e solicita”

Apenas em um momento específico da matéria de Julho de 2007 existe abertura para uma voz contrastante do discurso apresentado. A jovem Alessandra Mader, gaúcha de 29 anos, afirma que “não fica se rifando”, saindo com qualquer pessoa ou com muitas, mas logo em seguida a matéria complementa e comprova o discurso afirmado pela revista:

“(…) mas estabelece bem um dos pontos dessa nova liberação sexual dos brasileiros: `se eu transar com um cara na primeira noite, sei que ele vai achar que eu não sirvo para namorar’ diz ela numa referência aos velhos costumes. `mas isso não me impede de, às vezes, sair pensando em fazer sexo na primeira noite, se pintar a oportunidade. As mulheres querem ser assim e não se assumem’, completa, indicando a nova postura”

As matérias embora pertençam à mesma revista, estejam baseadas em pesquisas realizadas em uma proximidade temporal considerável e tratem de um objeto comum- a juventude brasileira contemporânea- não fazem referência desta ligação e nem comparam os dados das pesquisas, como podemos perceber pela diferença de opiniões sobre o mesmo tema. As matérias também deixam vazias as expectativas de interlocução com outros dados.

Na matéria de Maio de 2004, por exemplo, fala-se de uma busca pela estabilidade nos relacionamentos. A revista chega a declarar: “no exercício de sua sexualidade, nota-se um apego a valores que pouco remetem a propaganda liberdade sexual”, e complementa com o depoimento do jovem de 20 anos ( possíveis 23 quando a segunda matéria foi publicada) Felipe Abenza : “o sexo é mais gostoso quando há intimidade. Emendei quatro namoros seguidos(…)”.

O segundo texto de Julho de 2007 utiliza a seguinte afirmação de Carmita Abdo, “o jovem hoje fica com alguém e não estabelece nenhum tipo de compromisso ou vínculo”. E completa: “O sexo virou prazer que ele vê como um direito e não como um prêmio de uma história afetiva constituída”.

Temos então dois recortes, que pretendem dar conta de um todo. Seriam as duas matérias vistas individualmente um discurso cultural da juventude contemporânea. Cada qual com uma verdade absoluta sobre o comportamento de toda uma geração.

O recorte, tão comum no meio jornalístico e na atual sociedade da informação, supre uma necessidade momentânea, mas pode tornar-se um discurso superficial sobre o tema, o que não satisfaz qualquer compreensão do todo social. Podemos aqui acrescentar Antony Giddens9:

“A desorientação que se expressa na sensação de que não se pode obter conhecimento sistemático sobre a organização social, devo argumentar, resulta, em primeiro lugar da sensação de que muitos de nós temos sido apanhados num universo de eventos que não compreendemos plenamente, e que parecem em grande parte estar fora do nosso controle”

Temos duas matérias, publicadas na mesma revista em épocas distintas, mas embasadas em pesquisas organizadas por institutos de reconhecimento público, que tratam de questões culturais da juventude brasileira. O primeiro deles publicado em 2004 traça um parâmetro mais variado de questões e o segundo publicado em 2007 tem seu foco na sexualidade. Desta forma o primeiro acaba por analisar questões que serão discutidas no segundo, mas, as informações são diferenciadas e não há referência sobre a pesquisa do primeiro no segundo trabalho.

Não é possível especificar as razões pelas quais as diferenças se apresentaram. Existe uma diferença real de tempo e consequentemente história, mas, parte da geração do primeiro texto, ainda encontra-se inserida na segunda pesquisa devido às faixas etárias, e, a pesquisa citada no segundo texto foi realizada no ano da publicação do segundo.

O que temos por certo é que nenhum discurso é realizado sem um motivo e para Raymond Willians, é fruto de uma relação material10 que determina a produção. Essa relação que produz um único discurso fruto da cultura dominante produz o que segundo Lavina Ribeiro11, Raymond Willians considera como hegemonia. A autora explica que para Willians12:

“(…)em toda a sociedade, em qualquer tempo histórico particular, há um “sistema central de práticas, significados e valores”que é efetivo, dominante, organizado e vivido. O conceito de hegemonia vem de encontro com esse pressuposto”.

Se, um veículo de comunicação atua no sentido de reforçar esse discurso hegemônico, seu papel é de colaborar e instituir um poder simbólico a partir do consenso da própria sociedade, como afirma Pierre Bourdieu13:

“O poder simbólico é, com efeito, esse poder invisível o qual só pode ser exercido com a cumplicidade daqueles que não querem saber que lhes estão sujeitos ou mesmo que o exercem”.

Lavina Ribeiro14, afirma que Willians acredita que o conceito de hegemonia não pode ser confundido com totalidade, e que: “uma hegemonia cultural, simultaneamente, exerce e sofre pressões e limites; essa é a definição mais apropriada, segundo R. Willians, para o conceito de determinação (…)”, desta forma temos o que se pode chamar de discurso contra – hegemônico e que representa uma resistência ao discurso que generaliza e enquadra dentro do senso comum. Para a autora, willians possuí uma crença humanística que permite que o ser humano crie estruturas solidárias e crie “alternativas emancipatórias”.

Se levarmos em conta os conceitos de Raymond Willians, portanto, todo discurso hegemônico é passível de resistência e desta forma um único recorte sobre a juventude que não determina todos os aspectos de seu prisma sofrerá resistência através da construção de tantos outros discursos sobre a juventude.

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1 Bourdieu, Pierre. Questões da sociologia. Rio de janeiro. Marco Zero Ltda., 1983, p. 78.

2 A pesquisa em questão chama-se Perfil da juventude brasileira, realizada pelo projeto juventude do Instituto Cidadania, com o Instituto Hospitalidade e o SEBRAE. Pela Criterium assessoria de pesquisa, retomando temas pesquisados pela Fundação Perseu Abramo. (fonte: pesquisa Perfil da juventude brasileira, 2004). Entrevistando jovens de 15 a 24 anos, de ambos os sexos e segmentos sociais, moradores de áreas urbanas e rurais. Somando-se 3.500 jovens entrevistados de novembro a dezembro de 2003.

3 Revista ciência e vida: sociologia especial: n 2 ano 1, editora escala, São Paulo,2007- Juventude e sociedade:jogos de espelho, Regina Novaes.

4 Além da pesquisa a material faz referência a pesquisa do IBGE, mas não cita as informações relativas à coleta de tais dados. Nem se trata do censo.

5 Revista ciência e vida: sociologia especial: n 2 ano 1, editora escala, São Paulo,2007- Nova trindade: busca, fé e questionamento- Solange dos Santos Rodrigues.p.64

6 Bourdieu, Pierre. O poder simbólico. Lisboa: Difel. Rio de Janeiro Bertrand Brasil,1989- cap 1,p.110.

7 No meu entendimento o conceito de campos de Bourdieu refere-se a estruturas sociais nas quais atuam determinados interesses comuns. Esses campos utilizam suas ferramentas no intuito de estabelecer suas visões de mundo. Os meios de comunicação estão sujeitos a esses campos.

8 Como afirma ainda Bourdieu em O poder simbólico. Lisboa: Difel. Rio de Janeiro Bertrand Brasil,1989- cap 1,p.110: “(…)é preciso fazer uma análise das condições sociais de constituição do campo em que é produzido o discurso, pois é aí que reside o verdadeiro principio do que poderia ser dito.” Tal análise poderia ser realizada num segundo momento, mas é certo que no Brasil, existe uma diferença exorbitante de classes e é possível perceber que existe a divisão social entre as classes econômicas.

9 Giddens, Antony. As conseqüências da modernidade. São Paulo: UNESP, 1991,p.

10″(…) o que resulta na premissa de que toda atividade humana contém necessariamente uma dimensão material e outra mental” ,Ribeiro, Lavina. Manual da comunicação e sociedade. Cultura Informação e espaço público. Rio de janeiro: E-papers serviços editoriais, 2004. Cultura e comunicação em Raymond Willians e Pierre Bourdieu,p. 24

11 Idem,p. 27.

12 Idem, p. 26.

13 Bourdieu, Pierre. O poder simbólico. Lisboa: Difel. Rio de Janeiro Bertrand Brasil, 1989- cap. 1 p. 7.

14 Ribeiro, Lavina. Manual da comunicação e sociedade. Cultura Informação e espaço público. Rio de janeiro: E-papers serviços editoriais, 2004. Cultura e comunicação em Raymond Willians e Pierre Bourdieu,p. 21

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Referências bibliográficas

Bourdieu, Pierre. Questões da sociologia. Rio de janeiro. Marco Zero Ltda., 1983

Bourdieu, Pierre. O poder simbólico. Lisboa: Difel. Rio de Janeiro Bertrand Brasil, 1989- cap. 1

Giddens, Antony. As conseqüências da modernidade. São Paulo: UNESP

Revista ciência e vida: sociologia especial: n 2 ano 1, editora escala, São Paulo,2007- Nova trindade: busca, fé e questionamento- Solange dos Santos Rodrigues

Revista ciência e vida: sociologia especial: n 2 ano 1, editora escala, São Paulo,2007- Juventude e sociedade: jogos de espelho, Regina Novaes.

Ribeiro, Lavina. Manual da comunicação e sociedade. Cultura Informação e espaço público. Rio de janeiro: E-papers serviços editoriais, 2004. Cultura e comunicação em Raymond Willians e Pierre Bourdieu

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