Quando um ícone de nossa juventude morre: meu adeus a Whitney Houston

 

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( Publicação de 13 de fevereiro de 2012- migrada do blogspot)

Chegou o fim de semana do meu aniversário e a cabeça anda a mil com tanta coisa que vem acontecendo nas vésperas dos 33 anos. É por isto que a morte da cantora Whitney Houston, neste sábado, 11, num quarto de hotel em Bervely Hills, Los Angeles, aos 48 anos, parece mais simbólica do que tantas outras perdas dessas maravilhosas divas que marcaram época.

O filme de 1992 O guarda-costas (The Bodyguard), com Kevin Costner e Whitney Houston no elenco, marcou minha época de adolescência. Foi com ele que comemorei meu primeiro aniversario de “mocinha” reunindo amigos e amigas para uma seção de cinema e uma ida ao McDonald’s, é claro que a aventura foi acompanhada de longe pelos pais que deviam achar até certa graça naquela turminha de jovens sem experiência que se achavam maiores do que a própria idade e suspiravam diante do tema romântico do filme.

Quem dera eu tivesse em minha vida um guarda costas, alguém pra cuidar de minha retaguarda e me amar tanto e tão profundamente. Mas, eu não tenho, por que os filmes que inventam donzelas em perigo e homens maravilhosos prontos para tudo, são apenas mais uma versão tosca da Cinderela. Homens são de carne osso, capazes de fracassar e machucar e as mulheres… Têm TPM!

Talvez se Whitney tivesse encontrado um grande amor, desses de filme, ao invés da triste história de vida que inclui violência doméstica e o uso de calmantes e uso de drogas na década de 90, sua trajetória teria um fim melhor do que (a suspeita) ser encontrada com a cabeça embaixo d’água na banheira devido ao uso de calmantes como Xanax.

Não estou dizendo que a vida triste da cantora, levou Whitney a se sabotar, nem que todas as mulheres que tanto sofrem por esse mundo acabam mortas de tanta tristeza, e nem que ela estava realmente triste na hora de sua morte. Mas, no fundo os processos da vida de um ser humano acabam mais cedo ou mais tarde mexendo com sua alma de forma tão profunda que deixam marcas, e sem que percebamos vão ficando, “grudunhadas” no mais profundo de nossos pensamentos.

Adeus Whitney, nós te amávamos!

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