Futebol, feijoada, bolo e amizade: Foi Bárbara!

( Publicação de 28 de fevereiro de 2012- migrada do blogspot)

Não costumo muito falar sobre o dia a dia da Metamorfose, nem dedicar textos a minha equipe, para não gerar ciúmes entre tanta gente bacana… Mas, prometi, e promessa é divida!

Estive presente neste domingão (27/02) no aniversário de 22 aninhos da minha ex- estagiária Barbara Novais. Comemorado com uma deliciosa feijoada no Quase Bar, com direito a TV para acompanhar a final da disputa da taça Guanabara, entre o meu Fluminense, que se sagrou campeão, e o time da aniversariante (e de toooda sua família), o Vasco.

Precisei cumprir minha promessa para Bárbara por que ela foi sem duvida uma grande estagiária, e também é, sem duvida alguma, uma amiga muito doce e querida. No fim, é sempre muito bom, poder ver todas essas meninas e meninos, que um dia entraram por nossa porta, ganhando o mundo. A sensação é de cria feita.

Não somente a Bárbara marcou a história da Metamorfose, mas a equipe inicial, composta pelo publicitário/filósofo Luciano Filho (o tio Lu) e a publicitária Sabina, que nos socorreram quando tudo ainda era sonho. Os meninos Hugo, Marcos e Urias, a espertíssima Alessandra, que hoje já é uma jornalista em seus primeiros voos. A tímida Baren, que veio de outras terras aportar em nossa pequena sala. A determinada e fiel Joyce Selena. As ajudas complementares do Emerson da Kerohost, e as mãos de cineastas do Paulo e da keila. E sem jamais me esquecer, a eterna alegria da caçulinha Verussa, que veio em meio ao terremoto e faz o dia ficar sempre mais feliz. Oh, povo “bão”!

E recebendo assim, um abraço gostoso da Bárbara, dizendo que aprendeu muito de política com a Marina e com o Esdras, eu percebo que mesmo que muitas vezes os desafios sejam imensos, no fim de tudo, a Metamorfose, é uma grande família mesmo. E tudo que fazemos, com tanto carinho para cada um desses gigantes da luta, é feito baseado na crença de que podemos sempre mais.

Costumo dizer que a Metamorfose é fruto de uma dialética constante, entre mim e o meu parceiro maior, mas na verdade ela é fruto disso e de toda essa gente linda que palpitou, brigou tanto quanto nós e vestiu sem duvida alguma a camisa dos trabalhadores.

Cada pedaçinho daquela sala me remete a lembranças inesquecíveis. As formações, os debates, as experimentações, os erros, os acertos, a grana apertada, a comemoração do bom contrato, o elogio gratificante, a tristeza contida, os risos eternos, as musicas ouvidas e as que não foram tocadas.

A Metamorfose, segundo um querido cliente, “é o lugar de trabalho mais feliz que eu conheço, eu entro e tá todo mundo rindo”. Bom, confesso que nem sempre… Tem momento que é tenso e a gente faz a maior briga, mas ela produz no final um resultado por que o que agente quer mesmo é mudar o mundo.

Então ver a eterna aprendiz (no fim todos são) que está num novo emprego bacana, sorrindo e comemorando com sua família (apesar da derrota do Vasco) me preenche o coração, por que eu sei, que ali, naquela menina Bárbara, tem um coração em Metamorfose.

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